10 coisas das quais preciso 1. Preciso arrumar meu quarto, principalmente, a mesa do computador; 2. Preciso escrever uma carta (é urgente, já recebi e não envie a resposta); 3. Preciso juntar dinheiro; 4. Preciso de terapia; 5. Preciso sair mais; 6. Preciso amar mais; 7. Preciso beijar mais; 8. Preciso ver meus pais; 9. Preciso ver meu sobrinho Caliel; 10. Preciso ser feliz.
O inverno chegou, finalmente! São Paulo está gelada e chuvosa. Não dá vontade de levantar cedo par irtrabalhar. Está certo q esta vontade eu não tenho mesmo e dias de calor. O pior é que além do frio, tenho um vizinho chato que acha que somos muito barulhentas e não pára de reclamar para o síndico. Tem gente que não tem o que fazer mesmo e só reclama dos outros.
Primeiro! Obrigada, amigos, pelas lindas palavras!
Agora o post!
Parte 1 - Ainda existe gente honesta? Hoje de manhã, fui fazer a prova da ANTAQ. Tinha recebido um e-mail, onde a organização dizia que não poderíamos entrar nem com celular, nem com qualquer espécie de relógio. Mas por teimosia e até pq tinha combinado de ir ao cinema com meu amigo Gustavo, levei os dois. Chegando lá, descobri que não poderia entrar com eles, nem deixar na frente da sala. Desesperada deixei com um vendedor ambulante que estava lá na frente da Uninove Vergueiro. Pensei: se ele for embora e ficar com meu celular, compro outro, afinal, ele não vale mais que 100 reais. O relógio é um Guess falsificado que compro por 10 reais em qualquer camelô do Centro da cidade. Fiz a prova, tranqüila. Prova chata por sinal, você tinha que escolher se a afirmação estava certa ou errada. Cada erro anula um acerto. Que droga! A prova não estava difícil, mas dá um medo de errar e anular a certa. A redação foi bico, escrever sobre o transporte hidroviário do ponto de vista da competitividade internacional e dos impactos ambientais. Terminei a prova uma hora e meia antes do prazo final, por isso, nada de trazer um rascunho com minhas respostas. Sai de lá rezando para que o tiozinho estivesse lá ainda. Quase morri de alegria ao vê-lo. Senti vontade de abraçá-lo. Eu ainda posso acreditar na humanidade. Como isso me deixa feliz!
Parte 2 - Eu, apenas eu! Como já escrevi, combinei de ir ao cinema com o Gustavo para assitirmos "Nicotina", filme mexicano. Marcamos às 13h50 em frente ao Espaço Unibanco. Como saí às 11h da prova, tinha um bom tempo até encontrá-lo. Peguei o metrô, desci na estação paraíso e me dirigi até o shopping paulista. Passei em frente a uma igreja (Nossa Senhora do Paraíso), resolvi assistir a missa. Bem diferente ela por sinal. Era bilingüe: árabe e português. Achei a igreja um pouco escura demais, mas fiquei lá até o final. Depois, fui ao shopping. Todas as lojas fechadas, olhei tudo por lá e almocei no Mc. Peguei o caminho para o cinema, tinha 50 minutos para chegar lá, tempo mais do que suficiente. Fui parada por uma japonesa, me perguntou como fazia para chegar ao shopping mall. Fiquei meio surpresa, não consegui responder em inglês, mas ela me entendeu. Depois, fiquei pensando no que deveria ter falado, ver se ela conseguia entender meu inglês, mas já tinha passado. Então, meu celular tocou! Era o Gustavo. Parecia que tinha acabado de acordar. Já era 13h30 e ele ainda estava em casa. Bom, ele disse que não iria. Mas eu já estava lá, não poderia voltar para casa, queria ir ao cinema de qq jeito neste fim de semana. Ele me pediu para não assistir ao "Nicotina", pq ele queria ir na semana que vem. Eu disse que faria isso, se tivesse outra opção. Pensei em assistir "A queda", mas só tinha uma sessão às 17 h. Escolhi, então, "Janela da Frente", um filme italiano, e adorei. A história é bem legal, os atores são bonitos e competentes. Adorei mesmo minha liberdade de ir sozinha. Fiz isso uma única vez, apesar de estar acompanhada pela Dionea e ter combinado de encontrar a Van. No final, não encontrei a Van, proque cheguei atrasada, e a Dionea ia mesmo assistir a outro filme. Me senti bem sentada sozinha no cinema. Mas desta vez, me senti melhor, porque cheguei lá sozinha e fiquei sozinha. Eu, apenas eu. É a nova fase que começa. Não que queira estar sozinha sempre, mas é importante saber que eu posso fazer algumas coisas sem a companhia de ninguém. Pra quê medo de estar sozinha? Pra nada, eu sempre valorizei meus momentos comigo mesma. São eles que me permitem refletir e decidir minhas metas. Preciso fazer isso mais vezes. Só não assisti a outro filme porque estava cansada e queria deitar um pouco na minha cama, tomar um banho e ver tv. Definitivamente, estou otimista. Ainda resta meio ano para que 2005 seja um ano maravilhoso. Por hora, basta!
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